O perigo do aumento de peso da população mundial não é novidade, pois acompanhamos este aumento progressivo há alguns anos, os alertas de instituições de saúde do mundo são praticamente rotina. No entanto estes números apontam o que nos espera no futuro: uma população obesa. E, como se sabe, a obesidade aumenta o risco para muitas doenças crônicas como o diabetes, hipertensão, câncro e doenças cardíacas. A luta para melhorar os hábitos da população é uma guerra contra as indústrias de alimentos, além da cobrança cansativa e constante ao poder público e da desgastante divulgação sobre o excesso no consumo de alimentos ricos em ingredientes nocivos e seus efeitos colaterais à saúde para a população. Uma guerra que, pelo que estamos vendo, estamos a perder. Cabe à população escolher entre fazer parte desta triste estatística ou reverter estes números. Afinal, ter a saúde comprometida devido o aumento de peso é, pelo menos para a maioria da população, uma questão de livre arbítrio.
A obesidade aumentou praticamente o dobro no Mundo nas últimas três décadas, afetando 500 milhões de adultos, a maioria mulheres, segundo um estudo publicado dia 4 de Fevereiro pela revista médica The Lancet.
Em 2008, mais de um em cada 10 adultos no mundo era obeso, revela o estudo coordenado por Majid Ezzati, do Imperial College de Londres, e Salim Yusuf e Sonia Anand, do Instituto de Estudos da População/Saúde de Hamilton, Canadá, que examinaram a evolução do excesso de peso entre 1980 e 2008 nas pessoas acima de 20 anos.
Entre os países ricos, os Estados Unidos lideram o ranking da obesidade, seguidos pela Nova Zelândia, enquanto a população do Japão é a menos afetada pelo excesso de peso.
O excesso de peso é caracterizado por um índice de massa corporal (IMC, o parâmetro usado para medir a relação entre peso e altura) acima de 24 kg/m2. O Brasil registra IMC de 25,8 entre os homens e de 26 entre as mulheres.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), um IMC de 30 significa obesidade e um índice acima de 30 é considerado obesidade severa. Em 28 anos, o IMC aumentou tanto entre homens quanto entre mulheres.
No planeta, 1,46 bilhão de adultos registram excesso de peso. A obesidade quase multiplicou, afetando 205 milhões de homens e 297 milhões de mulheres, ou seja, 9,8% dos homens e 13,8% das mulheres.
Concluindo, temos que fazer algo para contrariar esta epidemia, passando por levar uma alimentação equilibrada e exercicio regular, mas primeiro tem que ser você a querer essa mudança e só depois poderemos ser nós a dar uma ajuda para concretizar o seu objectivo.
Mude a sua vida e diga SIM a uma melhor qualidade de vida!
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